Para Renata Salomão, professora de psicologia social da Unifran e psicoterapeuta de adolescentes e adultos, não há um comportamento patológico em acompanhar muitos seriados, embora isso possa ser associado a angústias pessoais.
“Se assistir um seriado ou vários por dia passa a ser vital para um jovem, podemos dizer que esse jovem pode estar dando sinais de que está com problemas, mas a patologia não está no comportamento escolhido”, explica a psicóloga.
Na opinião dela, também não há novidade no alto interesse manifestado em séries com temas sobrenaturais, como vampiros e espíritos, pois isso sempre foi inerente ao ser humano.
“O que acontece é que esse apelo é adequado para a época atual, com efeitos especiais que antes não existiam. Mas a essência das histórias é a mesma: superar a condição humana de ser limitado e, portanto, incapaz de atingir a plenitude”.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.