O coletor da Colifran, Gabriel Maito Silva, 19, que morava no Condomínio de chácaras do Recanto Capitão Heliodoro, encontrado morto na tarde de sábado no Jardim Redentor, havia saído de casa dizendo que iria comprar cigarros. A informação foi passada pelo pai da vítima aos policiais da DIG (Delegacia de Investigações Gerais). Silva não era usuário de drogas e também não vinha recebendo ameaças. Ele foi encontrado morto num matagal perto da torre de TV do SBT, com o rosto desfigurado provavelmente em razão de um golpe dado com um pedaço de pau. A polícia investiga o crime e busca pistas no círculo de amizades da vítima.
O delegado Márcio Murari, disse ontem ao Comércio, que ainda não tem pistas sobre quem teria matado o jovem. As diligências em busca de informações sobre o caso começaram logo após o corpo ser encontrado. "Ele saiu de casa na sexta-feira por volta das 19h30 dizendo que iria comprar cigarros e foi visto num bar do Jardim Redentor, perto de onde foi encontrado morto, entre as 21h30 e 22 horas. Acreditamos que ele pode ter sido atraído para aquele local por pessoas de sua convivência. Por algum desacerto acabou morto onde foi encontrado", disse.
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O local onde Grabriel Maito foi encontrado sem vida, segundo moradores na região, é muito frequentado por viciados em drogas e é considerado ponto de prostituição. No terreno baldio, localizado atrás das antenas de televisão, na Avenida Doutor Flávio Rocha, a polícia localizou diversos preservativos. A polícia confirma a versão da família de Gabriel, que ele não era usuário de drogas e não tinha passagens pela polícia. Murari, até o momento, não acredita em crime de latrocínio (matar para roubar). "As investigações não caminham para este rumo até o presente momento. Seus pais informaram que ele havia recebido naquele dia, mas que todo dinheiro foi deixado em casa. Ele tinha apenas R$ 2 na carteira que era o dinheiro do cigarro.
Acreditamos que ele foi atraído para aquele local e lá espancado até a morte. Os motivos não sabemos", disse o delegado.
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