Ainda, a CaipirUSP


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Puxa, Isabela, peço escusas... (leia comentário da leitora Isabela “Bodelha” Oliveira em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php? id=50468). A culpa talvez seja nossa, dos francanos... Ou, então, das pessoas que morreram em terem ficado na frente do carro; e não do jovenzinho de classe média, coordenador do CaipirUSP que dirigia sua máquina – sabe-se lá em quais condições – e que o destino fez com atropelasse nossos cidadãos. Outra coisa que eu não sabia é o que você descreveu como “à custa de muita cobrança da USP”. Puxa! Aquele conglomerado acadêmico não é “público”, mantido com dinheiro dos cidadãos? Estão cobrando de vocês? É por isso que os alunos fazem festas para arrecadar e poderem pagar esse alto custo? Isso é grave e deve ser denunciado às autoridades, não acha? Lamento novamente pela vítimas que se foram no evento fatídico que cravou na nossa história um grande infortúnio. Ricardo Gallo Franca - SP ***** Essa discussão é complexa. Quantos acidentes automobilísticos destroçam famílias todos os dias em nosso País? É claro que é muito triste e que providências precisam ser tomadas. Um ponto de ônibus na beira da rodovia não está errado? Sim, mas isso não é culpa da CaipirUSP. As festas promovidas pelos universitários servem a seus interesses de diversão mas também significam para a economia da cidade onde acontecem. A festa pouco importa no caso do atropelamento. Na verdade o que aconteceu foi que um jovem, muito irresponsavelmente, dirigiu quando não estava em condições e causou um acidente terrível para as famílias e para ele. Poderia ter sido após qualquer balada, em qualquer fim de semana. São fatos isolados. É apenas coincidência que o atropelamento tenha acontecido pelas mãos de alguém que esteve no evento. Concordo com a leitora Isabela. Esses eventos têm sim que ocorrer. O que deve mudar são as atitudes das pessoas, a consciência de não dirigir com sono, de não beber e depois dirigir. Além disso é preciso que as autoridades competentes instalem pontos de ônibus apenas em locais que não exponham seus usuários ao acaso ou à irresponsabilidade dos motoristas. Susana Batista Messias Conselheira deste jornal -Franca - SP

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