De família pobre, carteiro vira promotor


| Tempo de leitura: 1 min
Promotor criminal há 19 anos, José Lourenço Alves, 45, foi carteiro, escriturário de escola e advogado. Filho de família pobre, diz ter orgulho de ser negro e de ter vencido na vida. Hoje acredita que as pessoas olham para ele com surpresa e admiração. “Pela minha cor e o cargo que ocupo, logo as pessoas presumem que lutei bastante”. Pela história de vida - ele trabalhava para pagar a faculdade e viajava todos os dias de Bebedouro para estudar em Ribeirão Preto - José Lourenço se considera um exemplo à comunidade negra. “Tive exemplos de outros negros e achei que era possível”. Casado, sem filhos, o promotor diz que a sociedade ainda tem o preconceito. “Somos vítimas de injustiças históricas, mas, com o apoio da família, determinação e autoestima, é possível vencer”.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários