“Onde pode chegar tudo isso...”


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O que caracteriza o estado democrático de direito são os princípios estabelecidos na Constituição da República Federativa do Brasil, dentro destes, o da legalidade na coisa pública. É lógico que não se pode pactuar com condutas de servidores que coloquem sob suspeita toda a categoria ou um setor apenas, mas, na mesma linha do estado de direito que defendo, as instituições têm também que agir com legalidade, senão teremos barbárie instaurada. Não quero defender servidores públicos que maculam o quadro já tão mal falado desses que trabalham dia e noite em benefício da sociedade mas me pergunto como é que foi feito o flagrante da técnica Vanilda (da equipe de futebol de salão), uma vez que não reconheço na comissão de sindicância poder nenhum de polícia. Como foi noticiado, ela passou por um processo de revista durante o qual foram encontrados R$ 1054 em sua calcinha. O que dá a entender é que a administração pública, no intuito de instruir processos administrativos contra servidores, não tem respeitado limite algum, até porque esta moça, no meu entender, foi vítima, uma vez que se o dinheiro é dela, guarda onde quiser. Como servidor público tenho um certo temor sobre onde pode chegar tudo isto. Penso que um dia vou ter que sair pelado da minha unidade de trabalho mostrando a todos que puderem ver que não estou carregando nada!!! Ademir da Rosa Franca - SP ***** Quero fazer dois comentários. O primeiro sobre possibilidade de ação de quadrilha no esporte municipal. Nada justifica roubo ou propina mas, como vimos, não chega a R$ 1,5 mil. Será que os servidores estão ganhando mal ou será que a ética e a moral não existem mais? Acho que é salário baixo. O outro comentário é sobre texto do leitor José Umberto Viscondi (leia em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=49712). Está correto em afirmar sobre a má qualidade da segurança pública mas peca ao dizer que fubá é comida de má qualidade. Não é o governante do País e sim o governador do Estado e a Prefeitura que mandam fubá para a merenda. Pergunto: se não fosse esse fubá ou o Bolsa Família o que seria do povão (sic)? Sobre o alarme que o senhor está vendendo, eu compro, mas tem quer fiado. Vende? Walter Mussati Filho Franca - SP

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