O prédio do “esqueleto” é, há muitos anos, usado como abrigo para moradores de rua. Desde 2000, a Prefeitura vem tentando inibir a presença de andarilhos no local. À época, uma briga entre dois homens acabou na morte de um deles. Em dezembro de 2007, outro episódio marcou o lugar. Um homem flagrou a mulher namorando com o colega e desferiu golpes de tijolo em sua cabeça. Outras brigas já foram registradas na obra inacabada, mas não foram suficientes para afastar as pessoas do lugar.
O município já fez várias intervenções no local. Chegou a retirar os moradores de lá, destruiu a escada que dava acesso ao segundo andar e construiu um muro. As medidas pouco adiantaram. Vez ou outra ainda é possível encontrar moradores de rua e marginais no lugar.
Atualmente o prédio é ocupado por muitos cachorros. Os vizinhos têm tratado dos animais na tentativa de manter o lugar livre da presença de andarilhos.
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