Diamantário cuida de horta na cadeia do Guanabara


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O comerciante Mozair Ferreira Molina, um dos presos da “Operação Quilate”, tornou-se integrante da Apare (Associação de Proteção e Amparo ao Reeducando e ao Egresso). Sua atribuição é cuidar da horta e-xistente no local. Atualmente há outros oito detentos na institução, que também oferece trabalho de pesponto. Molina conseguiu o benefício por ser considerado “preso de bom comportamento”, além de não oferecer risco de fuga. Foi seu advogado quem pediu à Justiça que ele fosse aceito na instituição. Como havia vaga e a análise por parte da Apare e do Serviço Social da Vara Criminal foi positiva, Mozair conseguiu deixar sua cela no Guanabara. “Não há privilégios. Ele (Mozair) é um preso como qualquer outro”, afirmou Alexandre Diniz, presidente da Associação. Hoje, Mozair Molina dorme em beliches em um quarto comum no interior da Apare. Do que é produzido e comercializado, ele fica com um terço assim como os outros detentos. “A Apare fica dentro do Complexo do Guanabara e por isso a segurança é a mesma”, informou Diniz.

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