Interesse tecnológico


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<b>NA BANCADA</b> - Estudantes do curso oferecido pela Industrial trabalham em projeto na bancada do laboratório da escola: profissão em alta na cidade
<b>NA BANCADA</b> - Estudantes do curso oferecido pela Industrial trabalham em projeto na bancada do laboratório da escola: profissão em alta na cidade
Uma profissão atualizada com os avanços da tecnologia e com campo de trabalho vasto. Somente em Franca são pelo menos 60 novos profissionais lançados no mercado todos os anos e a maioria consegue estágio ou emprego ainda na escola. Para quem está em dúvida sobre que carreira seguir, a de técnico em eletrônica pode ser uma boa opção. O profissional, que tem seu dia comemorado amanhã, trabalha na projeção, montagem e instalação de equipamentos eletrônicos e está sempre “ligado” às mudanças do setor. É função dele abrir aparelhos, montar placas, criar circuitos elétricos e fazer a manutenção de equipamentos que já fazem parte do nosso dia a dia como caixas eletrônicos, máquinas de cartão de crédito, antenas de TV à cabo e os conhecidos celulares entre vários outros. Cláudio Rui Mateus Caleiro é coordenador e professor do curso técnico em eletrônica da Escola Técnica Estadual “Júlio Cardoso”, a Industrial, e diz que a profissão está em destaque nos dias de hoje. “Toda empresa que trabalha com segurança eletrônica, automação industrial, comercial, telefonia, internet, aparelhos hospitalares ou ainda injeção eletrônica precisa de um técnico da área. É uma profissão ativa e dinâmica”. Na Industrial, o curso existe há 30 anos e a cada vestibulinho são em média quatro candidatos por vaga. Por semestre, a instituição - vinculada ao Centro Paula Souza - oferece 40 vagas para eletrônica. “É um curso bastante procurado, pois em um ano e meio o candidato aprende uma profissão”, disse o professor. O salário inicial fica entre R$ 800 e R$ 1.500. Cláudio disse também que a escola virou referência na oferta de mão de obra especializada no setor a ponto de quase todas as empresas da área terem um ex-aluno da Industrial. O curso oferece o básico para a entrada no mercado de trabalho com aulas teóricas e práticas. Posteriormente, o aluno pode procurar por uma especialização nos diferentes segmentos da eletrônica (mecatrônica, telecomunicações e eletrotécnica) e atuar como autônomo. Para muitos a vocação surge ainda quando criança, no desmontar e montar eletrodomésticos. Em outros é durante a adolescência, nas aulas de eletricidade da disciplina física. <b>CIDADE É CARENTE</b> Cláudio Márcio Chieregato, empresário do ramo de telefonia celular, se formou em 1992 na Industrial e desde 1999 tem uma empresa de telefonia na cidade. Hoje, sua loja emprega sete pessoas na área técnica de eletrônica e encontra dificuldades na hora de contratar pessoas especializadas. “Preciso buscar fora de Franca. Aqui na cidade não encontro. A cidade ainda é carente neste setor”, disse o empresário. Para ele, o profissional da área precisa ser responsável, ter uma especialização e estar em constante atualização. “Faço cursos anuais e depois repasso para meus funcionários”. Chieregato e Caleiro reforçam que o mercado de técnico em eletrônica oferece vagas de trabalho constantemente, principalmente no norte e nordeste do País onde há carência significativa desses profissionais. Aos interessados nas oportunidades, é preciso apenas saber em que ramo da eletrônica vai querer atuar. <p style="text-align: center;"><a target="_blank" href="http://gcncomunica.wordpress.com/files/2009/11/tecnica-em-eletronica.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2937" title="arte/comércio da franca" src="http://gcncomunica.wordpress.com/files/2009/11/tecnica-em-eletronica.jpg" alt="arte/comércio da franca" width="400" height="337" /></a></p> <p style="text-align: center;"></p>

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