Nacional terá rebaixamento nesta temporada


| Tempo de leitura: 1 min
O Novo Basquete Brasil 2009/2010 foi oficialmente lançado ontem em São Paulo, na sede do Pinheiros, com a presença de dirigentes dos 14 clubes participantes, além da diretoria da Liga Nacional de Basquete. A principal novidade desta segunda edição da competição, que substitui o Brasileiro, é que haverá a possibilidade rebaixamento das duas piores equipes. Ao final da temporada o lanterna e o vice jogarão contra o campeão e vice da Copa do Brasil, um torneio com fases regionais e organizado pela (CBB) Confederação Brasileira de Basquete. Desse quadrangular, os dois melhores colocados disputarão o Nacional do ano seguinte. Além de obter os resultados, os times novatos terão de cumprir exigências fora de quadra. "(Os novos participantes) Têm que pagar a franquia e manter o nível técnico. Não adianta entrar no campeonato para perder de 120 a 40", disse o presidente da Liga Nacional de Basquete, Kouros Monadjemi. A franquia a partir de agora custa R$ 200 mil. Para o primeiro ano da competição os clubes pagaram R$ 40 mil. Os representantes do Vivo/Franca na cerimônia, realizada às 10 horas de ontem, foram o presidente do clube, Fransérgio Garcia, o técnico Hélio Rubens Garcia, além dos jogadores Ricardo Probst e Cauê Verzola. "Acho que agora o basquete vai decolar. Há um profissionalismo muito grande nesta segunda edição do NBB", disse Fransérgio. A LNB comprometeu-se a pagar as taxas de arbitragem dos jogos, algo em torno de R$ 4 mil, mas não custeará as viagens, reivindicação dos clubes. "A Liga está com patrocinadores (Eletrobrás e Spalding) e a Globo (repassa por temporada cerca de R$ 1,5 milhão, além de divulgação em seus canais). Se ela fica forte, os clubes também se fortalecem", comentou o presidente do Vivo/Franca. A equipe estreia amanhã, às 11 horas, no Póli, contra o Assis.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários