Fernando Baldochi, chefe de Vigilância em Saúde do município, negou que o cão “Perré”, encontrado morto por sua dona em um laboratório da Unifran, tenha sido capturado pela carrocinha e posteriormente sacrificado no Canil Municipal.
Para Baldochi, o cão pode ter sido atropelado ou contaminado por uma doença infecto-contagiosa. “Neste caso o animal é avaliado por um médico veterinário que decide ou não pela eutanásia”.
Antonella Cristina Jacinto, coordenadora do curso de Medicina Veterinária da Unifran, confirmou que os animais já chegam mortos ao local e são posteriormente dissecados durante as aulas de anatomia. “O curso é prático e os alunos precisam destas aulas. Recebemos os animais já eutanasiados da Prefeitura”.
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