“Mestres e ipês”


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Aproveito a oportunidade do texto “O Ipê da Industrial” para prestar uma justa homenagem à mãe de Sônia Luz, que foi minha primeira professora no primário, a meu ver, a primeira ecologista de Franca e talvez do Brasil. Explico. Nos idos de 1962 o ipê da Escola Industrial já era uma frondosa árvore mas não pertencia à escola e sim, à Prefeitura, que funcionava onde hoje é Museu Histórico de Franca. Nossa amada professora levava sua classe para merendar e brincar na referida praça e então pedia a mim e a meus colegas de classe (Jefferson Carvalho, Betinho Eliezer, Saulo Pucci, Erlindo Morato, Mauro Figueiredo e tantos outros que o tempo já não me permite lembrar) para que apanhássemos no chão as sementes do ipê. Sempre tive curiosidade em saber o que ela fazia com tantas sementes. Sônia era muito amiga e inseparável colega de viagem de minha querida mãe, Lázara Borges de Carvalho. Em 2000 tive a oportunidade de levá-las para passar uma temporada em Poços de Caldas (MG) e, durante a viagem, pude, enfim, perguntar-lhe sobre as sementes. Para minha surpresa, disse que as entregava à sua mãe, que as cultivava em pequenos sacos plásticos até tornarem-se mudas. Repassava então a fazendeiros da região para plantio em suas propriedades. Disse, também, que a maioria dos ipês plantados na região de Franca foram doados por sua mãe, o ipê da industrial a fonte da maioria deles. Cumprimento o editor Luiz Neto pelo texto (leia em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=48779) José Tadeu de Carvalho Porto Seguro - BA ***** Obrigado por me lembrar que sempre estive no caminho certo. O que o senhor escreveu sempre foi o que acreditei e acredito. Viga longa aos bons e grandes mestres. Tudo começa neles, as grandes nações, inclusive. Jurandir Honda Franca - SP

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