O engenheiro da Codasp (Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo), Henrique Carlos Fraga, responsável pela obra na estrada vicinal do Jaborandi, disse que a supressão de árvores na execução dos serviços foi mínima durante todo o projeto até agora e que a necessidade de estudos sobre impacto ambiental foi descartada pela Secretaria de Agricultura e Secretaria de Meio Ambiente do Estado.
Os serviços seriam apenas para melhorar as condições de trânsito pela estrada em épocas de chuva. “A Codasp não trabalharia sem licença caso ela fosse necessária. Em cidades da região, como Restinga e Patrocínio Paulista, obras da empresa que necessitavam desses estudos aguardaram o tempo necessário para serem feitas”, disse o engenheiro. “No caso da estrada Cristais a Claraval, não houve qualquer dano ao meio ambiente”.
Sem querer discutir a questão judicial que envolve o direito de propriedade e o direito de execução de uma obra pública, o funcionário da Codasp disse que a área do sítio do comerciante em que está concentrada grande parte das árvores plantadas na propriedade não será afetada pela obra. “Esse pedaço não está no projeto, mas outra área será atingida. A conservação de estradas rurais e a condução técnica das águas pluviais é um dever do Estado previsto em lei”.
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