Chatice ou economia


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<a target="_blank" href="http://francainsight.wordpress.com/files/2009/10/horario-verao1.jpg"><img class="size-full wp-image-834 aligncenter" title="arte/comércio da franca" src="http://francainsight.wordpress.com/files/2009/10/horario-verao1.jpg" alt="arte/comércio da franca" width="343" height="480" /></a></p> Se você acabou de receber o jornal em sua casa e está lendo o Se Liga, lembre-se: o horário de verão começou no primeiro segundo deste domingo. Ainda não adiantou o seu relógio? Então vá, acerte os ponteiros e volte para saber algumas curiosidades sobre a medida implantada pelo Governo Federal para promover economia de energia elétrica durante o horário de pico de consumo nos Estados das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e também no Distrito Federal. De acordo com o ministério, essa quantidade de energia equivale a 65% da demanda do Rio de Janeiro ou 85% da demanda de Curitiba (PR). No ano passado, o país registrou uma economia de R$ 10 milhões com o horário de verão. De acordo com informações publicadas no site do Ministério de Minas e Energia, o horário de verão foi implantado no Brasil pela primeira vez em 1931 e teve duração de cinco meses. Até 1967 a medida foi adotada em outras onze oportunidades. Desde 1985 a alteração no horário ocorre anualmente de forma ininterrupta, no período compreendido entre o terceiro domingo de outubro e o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte. O horário não é adotado nas regiões Nordeste e Norte porque lá os Estados estão mais próximos da linha do Equador e, por isso, a quantidade de horas do dia com luminosidade natural varia muito pouco ao longo do ano. A mudança do horário de verão não acontece apenas no relógio. O corpo humano também sente a diferença e nem todos conseguem se adaptar facilmente. O corpo leva em média uma semana para se adequar às alterações. Os efeitos são semelhantes ao de uma viagem de avião em que se cruza um fuso horário. os diversos ritmos do nosso organismo (ciclo vigília-sono, ritmo de temperatura, e outros) estão sincronizados entre si (algo que é chamado de ordem temporal interna) assim como ao claro-escuro ambiental. Com a mudança, o organismo tende a sincronizar seus ritmos ao novo horário. É isto que varia de indivíduo para indivíduo. <a target="_blank" href="http://francainsight.wordpress.com/files/2009/10/enquete_seliga_horariodeverao1.jpg"><img class="size-full wp-image-833 aligncenter" title="arte/comércio da franca" src="http://francainsight.wordpress.com/files/2009/10/enquete_seliga_horariodeverao1.jpg" alt="arte/comércio da franca" width="335" height="480" /></a> Há pessoas que podem experimentar mal-estar, dificuldades para dormir no horário habitual (o horário do relógio) e sonolência diurna, o que pode levar também a alterações de humor e de hábitos alimentares. Uma dica é dormir com as janelas abertas para acordar com a claridade. “Fico com sono o dia todo e quando consigo me acostumar com o novo horário, ele acaba”, disse a balconista Márcia Eliana Camargo. Há no entanto quem tenha predileção pela mudança. É o caso do universitário Daniel Ribeiro Garcia. “Sempre dá para aproveitar o dia, seja para fazer um exercício físico ou um happy hour com os amigos. Não há nada melhor”. <p style="text-align: center;"><a target="_blank" href="http://francainsight.wordpress.com/files/2009/10/sobre-o-horario-de-verao.jpg"><img class="size-full wp-image-830 aligncenter" title="arte/comércio da franca" src="http://francainsight.wordpress.com/files/2009/10/sobre-o-horario-de-verao.jpg" alt="arte/comércio da franca" width="480" height="135" /></a>

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