Funcionários exonerados se dizem injustiçados


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Os servidores exonerados da Prefeitura e Câmara de Vereadores de Itirapuã, ouvidos pelo Comércio, se sentem injustiçados com a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal). Léa Aparecida de Sousa, que até o último dia 7 respondia pela diretoria da Escola Municipal “Olívio Faleiros”, disse que está na escola há 25 anos, sendo 12 após a municipalização. “Estou muito abalada”. Ela disse que trabalhará na escola como voluntária a partir da próxima semana. A vereadora Alzira de Sousa (PMDB) diz não concordar com a exoneração da irmã Léa e do marido José Carlos de Melo, que respondia como assessor da presidência da Câmara. “A minha irmã trabalha para o município há 12 anos e meu marido como assessor há 3 anos. Eles já trabalhavam quando fui eleita”. O mesmo disse o presidente da Câmara, Edgar Silva (PRB). “Não vejo nenhum problema”. A mulher do prefeito, Sandra Conceição Alves, disse que continua trabalhando na Prefeitura, mas como voluntária. “Faço um trabalho transparente e por isso estou decepcionada”. A reportagem tentou ouvir os outros envolvidos, mas eles não foram encontrados.

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