Pacote de ações pode salvar o Castelinho e abrir nova avenida na região do clube


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Imagem do clube Castelinho
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O Clube Castelinho tem em andamento três negociações que, segundo sua diretoria, poderão salvá-lo de dívidas. Entre as “boas notícias” estão a venda de uma área de 47 mil metros quadrados por R$ 1,4 milhão, a comercialização do prédio da área central de Franca por R$ 2,2 milhões e a desapropriação de parte da área do clube em troca de obras na represa. Todo o dinheiro seria destinado ao pagamento das dívidas da entidade, que hoje somam R$ 3,8 milhões. Os problemas de drenagem e manutenção da represa seriam solucionados de uma vez por todas. Obras seriam feitas pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico de São Paulo) e Prefeitura em troca da desapropriação de uma área que possibilitaria a abertura de uma grande avenida e a autorização para a captação e tratamento da água da represa. A transação que deve ser concretizada primeiro é a venda de parte do terreno do clube, 47 mil metros quadrados, por R$ 1,4 milhão. O espaço negociado é uma área verde situada à direita da barragem. O presidente Clóvis de Castro não confirma as informações, mas segundo fontes ligadas à diretoria, a promessa de compra e venda já teria sido assinada com previsão de pagamento do valor integral à vista em meados de novembro. O período de aproximadamente 45 dias seria necessário para que o clube coloque em ordem sua situação jurídica. Isso permitirá passar a escritura ao novo proprietário. Este pediu para não ser identificado. A venda já foi aprovada pelos sócios em assembléia realizada há cerca de dois meses. A segunda aposta da diretoria para sanar as dívidas é uma proposta de compra do prédio do Centro. Inicialmente avaliado em R$ 2,8 milhões, a sede do clube, localizada na esquina das Ruas Monsenhor Rosa com a General Osório, poderia ser vendida por R$ 2,2 milhões. Clóvis de Castro confirmou que a negociação está em andamento, mas preferiu não detalhar a proposta. “A antecipação de informações poderia afetar todo o processo de recuperação de um clube com o qual no fundo, no fundo, todos os francanos têm uma ligação”, disse Castro. <b>Ouça o presidente do Castelinho, Clóvis de Castro:</b> <div style="float: left; margin-right: 10px;"><embed src="http://media.entertonement.com/embed/OpenEntPlayer.swf" id="1_d31cb4e0_adfb_11de_b9a1_0015c5f4d265" name="1_d31cb4e0_adfb_11de_b9a1_0015c5f4d265" flashvars="auto_play=false&clip_pid=bxbbbkwhln&e=&id=1_d31cb4e0_adfb_11de_b9a1_0015c5f4d265&skin_pid=wfxswdnlkf" width="300" height="30" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" allowscriptaccess="always" wmode="transparent"></embed><div id="1_d31cb4e0_adfb_11de_b9a1_0015c5f4d265_anchor" style="font-size: 8px; color: black; text-decoration: none; display: block; text-align: center;"><a target="_blank" href="http://www.entertonement.com/clips/bxbbbkwhln--18565" style="font-size: 8px; color: black;">Pacote de ações pode salvar o Castelinho e abrir nova avenida na região do clube sound bite</a></div><img alt="Pacote de ações pode salvar o Castelinho e abrir nova avenida na região do clube sound bite" border="0" height="0" src="http://www.entertonement.com/widgets/img/clip/bxbbbkwhln/1/1_d31cb4e0_adfb_11de_b9a1_0015c5f4d265/blank.gif" style="visibility: hidden; width: 0px; height: 0px; margin:0; padding:0; float:right" width="0" /></div> <i>*Se não conseguir ouvir o áudio, clique <a target="_blank" href=" http://www.entertonement.com/clips/bxbbbkwhln--18565"><u>aqui</u></i></a>. <b>NOVA AVENIDA</b> Em outra mesa de negociações, a diretoria do Castelinho discute com a Prefeitura de Franca a desapropriação de uma área de 22,6 mil metros quadrados, avaliada em aproximadamente R$ 800 mil, em troca da realização dos serviços necessários para evitar que a barragem transborde. No terreno, a prefeitura construiria uma grande via que funcionaria como um prolongamento da Avenida Adhemar Polo Filho, ligando a Avenida Miguel Sábio de Mello à Avenida São Vicente. “A gente permutaria essa faixa de terra que passa dentro do clube por uma obra que garantiria a segurança da barragem de nossa represa. O projeto beneficiaria tanto o clube quanto a cidade”, afirmou o presidente do Castelinho. Segundo a secretária municipal de Urbanismo e Habitação, Valéria Marson, o projeto já existe há algum tempo e está incluído no orçamento do município para 2010. “As discussões ainda estão no início, mas este mês foram aceleradas com a participação do Ministério Público e da Sabesp. O próximo passo será fazermos um estudo topográfico da área para saber o real valor que pode ser fechado para a desapropriação”, disse a secretária. Quanto a participação da Sabesp no projeto, Valéria Marson adiantou que a idéia inicial é que a companhia faça a captação e o tratamento da água da represa enquanto a construção do sistema de captação do Rio Sapucaí-Mirim não é concluída. “Em troca, a Sabesp faria os vertedouros que faltam na represa, parte da obra que daria segurança ao local”, afirma.

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