Polícia apreende agrotóxico falso


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AÇÃO CONJUNTA - Policiais paranaenses recolhem agrotóxicos falsificados que estavam sendo fabricados na cidade da região
AÇÃO CONJUNTA - Policiais paranaenses recolhem agrotóxicos falsificados que estavam sendo fabricados na cidade da região
A Polícia Civil do Estado do Paraná e o GOE (Grupo de Operações Especiais) de Franca realizaram em Miguelópolis uma ação conjunta de combate a falsificação de agrotóxicos. Uma pessoa foi presa, acusada de estar envolvida com uma quadrilha especializada na distribuição de defensivos agrícolas falsificados. Dezenas de galões do produto Regent foram apreendidos num rancho. A operação aconteceu de forma simultânea nas cidades de Ribeirão Preto, Curitiba e Maringá (PR) e no Estado do Matogrosso do Sul. No total seis pessoas foram presas, todas do mesmo bando. A ação em Miguelópolis contou com efetivo de 30 policiais, entre eles agentes do GOE de Franca e investigadores daquele município. Toda operação foi coordenada pelo delegado Sivanei Almeida Gomes, do Núcleo de Repressão a Crimes Econômicos do Estado do Paraná. Foi sua equipe que descobriu o esquema de falsificação de agrotóxicos, fabricados na região e vendidos para agricultores de todo Brasil. “Nós iniciamos essa investigação e descobrimos que em Miguelópolis uma pessoa da quadrilha estaria falsificando agrotóxicos e vendendo isso no mercado. Todo produto, a rotulagem, as bulas e os lacres eram falsificados. No curso da investigação chegamos a um morador aqui de Miguelópolis. Conseguimos mandado de prisão temporária e viemos cumprir com apoio da polícia paulista”, disse ontem Sivanei. Um funcionário público da Prefeitura de Miguelópolis, com cargo de comissão, foi preso acusado de fazer parte da quadrilha. A polícia cumpriu mandados de buscas em três endereços do suspeito. No rancho de sua propriedade, às margens do Rio Grande, os policiais encontraram cerca de 30 galões do defensivo Regent. A polícia acredita que o produto é falsificado. O rancho do acusado, segundo a polícia estaria sendo usado como um laboratório clandestino. Em Ribeirão Preto, uma mulher integrante da quadrilha foi presa na mesma operação. Ela é dona de uma gráfica que confeccionava os rótulos do produto. Na sua casa a polícia apreendeu 300 galões vazios. A polícia investiga a participação de outras pessoas envolvidas no crime na região de Miguelópolis, Igarapava e Franca.

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