Histórias frustradas de casamentos


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A história do casamento do vendedor Wellington Meneghini Ferreira, 24, e da auxiliar financeira Keila França Junqueira, 26, chamou a atenção nas páginas do Comércio neste fim de semana. Os comentários no site também foram intensos. Depois de reservar o local para a celebração, grupo vocal, músicos, convidar vários casais de padrinhos, o religioso responsável pelo Mosteiro de Claraval, há uma semana, teria mudado todas as regras que regem solenidades do tipo dentro do mosteiro. O sonho começou a se tornar pesadelo quando foram chamados no dia 13 de setembro, domingo passado. Padre Marcos estava a postos para recebê-los, não com a alegria e simpatia que esperavam, mas com três páginas de papel contendo as tais novas normas, proibindo ou limitando quase tudo o que haviam acertado em maio. Saem os 15 casais de padrinhos, entram apenas seis; músicos, enfeites, cerimonialistas, pajens, tudo passaria por nova aprovação da igreja católica, e quase tudo ficaria limitado ao crivo dos monges. Nesta altura do campeonato, Keila e Wellington já tinham dado o sinal para o fechamento de diversos serviços. Foram 10% para a filmagem (R$ 190), 10% para a fotografia (R$ 620), R$ 500 para a decoração, que ficaria em R$ 1.100, R$ 200 para os convites. Apesar de todos os questionamentos, argumentos e horas de conversa, padre Marcos teria se mantido impassível. Em determinado momento, quando perguntado sobre como fariam com os prejuízos, Keila e Wellington teriam ouvido um comentário nada providencial: “Vocês rezam de lá que eu rezo daqui. Dará tudo certo”. E você, já passou por situação semelhante? Já aconteceu alguma coisa incômoda na igreja? Conte sua história e você poderá ser personagem das próximas matérias do Comércio.

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