Este jornal, como respeitadíssimo meio de comunicação de nossa cidade e região e que vai atrás do que está acontecendo, não pode deixar de comentar sobre as lavouras de café regionais, que empregam por 90 dias colhedores de café vindos da Bahia, do norte de Minas Gerais, do Paraná e de outros Estados. São contratados pelos agricultores e já chegam registrados em carteira dentro das normas da CLT, contrato de safra e todos os direitos legais. À cada ano que passa, melhora a qualidade de vida desses trabalhadores. Quem chega para realmente trabalhar e cumprir com suas obrigações junto ao contratante, todo ano volta. Ganham bem e levam dinheiro para suas famílias. Acontece que começaram a aparecer alguns malandros, que possuem várias carteiras de trabalho e estão sendo orientados por advogados, sindicatos, igrejas e outras entidades localizados em suas regiões de origem. Chegam e enrolam no serviço. Só dão dores de cabeça para quem os emprega. Quando termina a safra e são feitos os acertos trabalhistas, o agricultor para o transporte para eles voltarem para casa, mas aí, entram na justiça trabalhista alegando que não receberam. Vem uma mentirada (sic). Os contratantes têm que arrumar testemunhas e advogados e irem a audiências que mais mudam de data do que se realizam. Isso tudo pode ser comprovado junto a sindicatos e cooperativas das cidades da região, principalmente em Franca e Pedregulho. Por estes e outros motivos é que a mecanização da colheita cresce a cada ano. Vão-se os empregos de pessoas que realmente precisam e isso é (muito ruim).
Reginaldo Freire Leite
Franca - SP
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