Soldado pode ser expulso da Corporação


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Com base nos depoimentos das vítimas e dos policiais do caso registrado em Buritizal, o soldado Marden dos Reis Cândido passou a responder inquérito na Justiça Militar. O procedimento foi adotado por ele ser acusado de trocar tiros com seus “companheiros” durante perseguição na madrugada de sábado em Buritizal. De acordo com o tenente coronel João Paula Macedo Brandão, ouvido ontem pelo Comércio, por este crime, que ainda está em fase de oitivas e apuração, o soldado pode ser mantido recolhido em um presídio militar até seu julgamento. O acusado ainda, diante das acusações, ainda pode ser expulso da corporação. “Ele está à disposição da corregedoria para um recolhimento administrativo. Agora como foi instaurado inquérito policial militar existe a possibilidade do presidente do feito, entendendo necessário e devidamente fundamentado, pedir sua prisão ao Juiz da Justiça Militar. Depois do processo apurado e se reconhecer a autoria é possível sua expulsão”, disse o coronel. Atualmente, o policial está preso na sede da Corregedoria da Polícia Militar no Bairro da Luz, em São Paulo. Novas diligências estão sendo marcadas para acontecer na próxima semana na região. Testemunhas de acusações serão ouvidas, inclusive policiais lotados no batalhão ou mais precisamente aqueles que trocaram tiros com Marden na madrugada de sábado. “A corregedoria já esteve nesta semana em Buritizal e deve retornar na próxima. Ainda não tenho a informação de como está a apuração do crime. Só serei oficiado nós próximos dias”, disse Brandão.

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