Enquanto os setores calçadista de outros países tomam medidas preventivas praticando sobretaxas, leis rígidas contra dumping, criação de quotas de importação, barreiras de todo tipo, aqui no Brasil isso só acontece depois de muitos anos de agonia, como uma espécie de injeção de ânimo pós-morte. Isso mostra nossa fragilidade. Somos muito bons para produzir, mas nossa comercialização interna e externa continua devendo muito. Quem sabe, essas medidas pós-falências sirvam para sinalizar medidas políticas de prevenção daqui em diante.
Marco Aurélio
Franca - SP
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Avisem ao deputado Marco Ubiali que essa medida trará maior competitividade para a indústria calçadista “no mercado interno”. As exportações em nada serão afetadas tendo em vista que o calçado chinês continuará sendo vendido a valores impraticáveis no restante do mundo.
Eduardo Marcellino
Franca - SP
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