A Câmara aprovou, ontem, em primeira votação, projeto de autoria do Executivo criando 12 cargos de técnico de raio-x e outros 12 de auxiliares da função para a continuidade do serviço de radiologia nos prontos-socorros Adulto e Infantil. As vagas serão ocupadas por pessoas aprovadas no concurso público realizado em junho.
Caso o projeto não fosse aprovado, o serviço de radiologia seria paralisado dentro de dez dias. Atualmente, o trabalho é feito de maneira terceirizada. A Lei Complementar 132 de 28 de março de 2008 autorizou a contratação dos técnicos por tempo determinado. Os contratos vencem no dia 25 de setembro. A administração espera aprovar o projeto em segunda votação, na próxima terça-feira, para poder chamar com urgência os candidatos aprovados no último concurso público. A base aliada do governo acredita que haverá tempo hábil e que o serviço não será prejudicado.
Ainda na sessão de ontem, os vereadores aprovaram outro projeto de autoria do Executivo que tratava da inclusão da Aspa (Associação dos Pais e Amigos do Franca Basquetebol Clube) na relação de entidades que recebem apoio financeiro. A ajuda para este ano será de R$ 31,4 mil. Dezenas de jogadores e técnicos da equipe foram ao plenário acompanhar a votação. O mesmo projeto prevê o repasse de R$ 20 mil para o pagamento da arbitragem dos jogos do campeonato varzeano de futebol.
Outros dois projetos do prefeito Sidnei Rocha (PSDB) enfrentaram resistência por parte da oposição e tiveram de ser adiados. O primeiro, solicitava autorização para abrir créditos adicionais suplementares no orçamento fiscal deste ano no valor de R$ 1,2 milhão. Os recursos seriam investidos para melhorar os setores de trânsito e de segurança do município. O outro previa a abertura de crédito adicional no valor de R$ 1 milhão destinados à execução da obra de canalização do Córrego do Cubatão.
“Os projetos anulavam repasses para creches e entidades assistenciais. A Comissão de Saúde e Assistência Social não foi consultada para dar o seu parecer, o que descumpre o Regimento Interno”, disse a vereadora Graciela Ambrósio (PP). O presidente da Câmara concedeu cinco dias de prazo para a comissão se manifestar e teve de adiar os projetos por uma sessão.
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