Segundo os registros, a Gripe Espanhola matou cerca de 20 milhões de pessoas em 1918. Extra-oficialmente acredita-se que tenha sido o dobro. Cerca de 50% da população mundial foi atingida. A pandemia vitimou mais do que os mortos na Primeira Guerra Mundial (14,5 milhões). A guerra, aliás, é apontada nos manuais de história como a responsável pela propagação do vírus Influenza pelo mundo. No Brasil, a "Espanhola" teve início em outubro de 1918 e durou apenas algumas semanas mas matou cerca de 35 mil pessoas, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo. A vítima brasileira mais ilustre – e tardia –, foi o presidente reeleito Rodrigues Alves, que não chegou a assumir seu segundo mandato. Hoje, o vírus A (H1N1) – da gripe "suína" –, causou 2,2 mil mortes em 177 países, tornou-se a causa dominante de gripe no mundo, superando a gripe comum segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Como disse nosso Secretário da Saúde municipal, não há motivo para pânico e sim, para cuidados. Boa alimentação, hidratação, evitar-se aglomerações e colocar em isolamento quem estiver com gripe fará com que a transmissão entre em queda. Não devemos ser egoístas, portanto. Nas horas de pânico o ser humano costuma agir individualmente e isso só piora a situação.
Adoniran "Dino" Thomaz
Franca - SP
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Tão grave quanto nas escolas é a previsão de contaminação dentro de ônibus que transportam quase mil pessoas por dia, vidros fechados e sem higienização com álcool nos suportes de mãos e bancos. Faltam cartazes de alerta e avisos sobre prevenção e cuidados. Por questão de lucro os ônibus só rodam lotados. (...) Se tiver alguém gripado e tossindo, o vírus chega a todos os ocupantes com muito mais facilidade. O poder público, sempre preocupado com lucratividade e em maquiar problemas só toma medidas consideradas "politicamente corretas" – como no caso da dengue, em que só depois de ocorridas mortes foi que ações começaram a ser empreendidas. Os órgãos de saúde confirmam que não é mais possível rastrear o vírus da gripe suína. "O vírus está em Franca, não tem um lugar específico", segundo o Secretário municipal.
Júlia
Franca - SP
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Me desculpem a sinceridade! Neste momento não dá mais para deixar a saúde dos francanos nas mãos de uma única pessoa, no caso o Secretário de Saúde. As decisões a serem tomadas são complexas. A prefeitura deveria formar uma junta médica integrada por infectologistas e pneumologistas para discutir o assunto e ir tomando as medidas que se fizerem necessárias. Como diz o velho ditado, “duas ou mais cabeças pensam mais que uma”. Imagino o que vem passando o médico veterinário atual Secretário da Saúde municipal, nesta situação. Não queria estar na pele dele. E, vereadores, acordem. O caso é sério!
Carlos de Assumpção Júnior
Franca - SP
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