Entre os secretários municipais, a palavra de ordem é cortar gastos. Tudo o que puder ser adiado sem a possibilidade de prejudicar projetos já previstos vai ser prorrogado. Na Secretaria de Serviços e Meio Ambiente, projetos foram desacelerados e obras com prazo de entrega determinado tiveram atrasos de até três meses.
‘Estamos protelando tudo o que podemos na tentativa de adquirir material e minimizar os custos’, disse Ismar Rodrigues Tavares, responsável pela pasta. Como exemplo, falou do centro comunitário da Vila Santa Maria que já deveria ter sido entregue em agosto e agora, na melhor das hipóteses, o será em outubro.
Segundo ele, nenhum projeto deixará de ser executado, mesmo com o aperto da receita. ‘Os secretários todos fecharam questão em torno da necessidade de economizar. Não tem como ser diferente’.
Na Educação, uma das secretarias com maior orçamento (R$ 95,3 milhões em 2009) gastos com viagens para cursos e seminários em outras cidades foi diminuído como parte do plano de contingenciamento adotado. Além disso, alguns projetos anuais desenvolvidos pela pasta, sobretudo ligados à área cultural, foram suprimidos até o final do ano.
‘A secretaria não está deixando de investir, mas está controlando todos os seus gastos’.
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