PM prende acusado de assaltar fazendas no Jardim Aeroporto


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<b>AÇÃO CONJUNTA</b> - Imagem de arquivo mostra policiais civis de Minas e São Paulo que realizaram operação conjunta para desmantelar bando que roubava fazendas. Helicóptero foi usado na prisão
<b>AÇÃO CONJUNTA</b> - Imagem de arquivo mostra policiais civis de Minas e São Paulo que realizaram operação conjunta para desmantelar bando que roubava fazendas. Helicóptero foi usado na prisão
A Polícia Militar prendeu no Jardim Aeroporto o integrante de uma quadrilha especializada em assaltos a fazendas. Ele estava sendo procurado pela Justiça do Estado de Minas Gerais. Contra ele existia mandado de prisão, expedido pela comarca de São Sebastião do Paraíso (MG). O acusado, segundo a polícia, seria um dos mais de 25 integrantes de um bando que praticou dezenas de furtos e roubos a fazendas mineiras. O comerciante Wagner Reinaldo Souza, 28, conhecido como "purga", morador no Jardim Aeroporto, estava sendo procurado pela polícia desde o início do ano. Souza foi preso numa blitz de trânsito da PM na última segunda-feira. Os policias fiscalizavam veículos sob o viaduto na Avenida Reinaldo Chioca, quando pararam o carro do suspeito. Eles constataram que contra o comerciante havia um mandado de prisão por assaltos a fazendas. O comerciante, segundo a polícia mineira, pertence a uma quadrilha de assaltantes que nos últimos dois anos praticou pelo menos 20 ataques a fazendas de café localizadas no Estado mineiro. Em janeiro deste ano, ele escapou de uma operação policial ocorrida no complexo Aeroporto, onde Policiais civis de Minas Gerais e São Paulo prenderam dez pessoas do bando que soma mais de 25 criminosos. O grupo começou a ser investigado em meados do ano passado. Policias mineiros e paulistas cruzaram informações e identificaram alguns suspeitos de integrar a quadrilha. Que, segundo as investigações, tinha como sede casas na região do Jardim Aeroporto, em Franca. Os criminosos se especializaram em roubos de produtos ligados a fazendas. Eles roubavam sacas de café e defensivos agrícolas. Toda carga roubada em Minas vinha para Franca, onde era negociada com receptadores de diversas partes do Brasil.

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