Rapaz queria ser sepultado no México


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Familiares do francano não acompanharam seu sepultamento. Ainda transtornada com a morte do filho a dona de casa Irene Peixoto Santiago disse que Luís Antônio estava feliz com o casamento. Todos os domingos, o contato com o filho era feito pelo computador, o mesmo por meio do qual ele conheceu Maria Guadalupe. Dona Irene disse que viu o filho pessoalmente somente no ano passado, quando foi visitá-lo no México. "Ele estava muito feliz. Ela e a família dela também eram pessoas especiais. Foi uma tragédia para todos nós", disse Irene. Ainda segundo familiares do francano, ele chegou a dizer que se morresse, queria ser sepultado no México. "A vontade dele era ficar por lá. Ele gostava muito daquele país. Em conversas informais, em brincadeiras, ele falava com a sogra dele que se um dia ele morresse era para cremá-lo e deixá-lo lá", disse Lilian Peixoto, irmã do analista.

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