Região leva a melhor sobre a Dengue


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<b>LIMPEZA</B> - Imagem mostra galpão do Ecoponto lotado com os pneus recolhidos durante o Arrastão: iniciativa é considerada imprescindível para a contenção da dengue.
<b>LIMPEZA</B> - Imagem mostra galpão do Ecoponto lotado com os pneus recolhidos durante o Arrastão: iniciativa é considerada imprescindível para a contenção da dengue.
A microrregião de Franca levou a melhor contra a dengue este ano. Apenas 13 casos foram registrados nos 13 municípios que integram o grupo - seis em Franca e sete em Ituverava. O número corresponde a menos da metade dos 27 confirmados como positivos no ano passado. Entre os que tiveram poucos casos (um ou dois) nos últimos dois anos e conseguiram zerar as ocorrências estão Cristais Paulista, Itirapuã, Restinga e Patrocínio Paulista. Em Franca, a Divisão de Vigilância em Saúde comemora a “derrubada” da doença - de 23 casos em 2008, para 6 este ano - antes mesmo do fim do ano. Para Fernando Baldochi, secretário adjunto de Saúde do município, o resultado se deve a uma soma de fatores. “Trabalho, planejamento e estratégias, juntos é que dão os números positivos. Além das ações tradicionais como ações de bloqueio, visitas casa-a-casa, arrastões e palestras, este ano desenvolvemos os joguinhos - programas de educação e orientação diferentes que tem dado certo”, afirmou Baldochi. Bons resultados a parte, o secretário alerta para a necessidade de continuidade do trabalho. “O combate à proliferação do mosquito não pode parar, caso contrário a doença voltará na hora”, disse ele. <b>ITUVERAVA</b> A queda mais acentuada registrada na região foi em Ituverava. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, em 2007 a cidade teve 169 casos confirmados de dengue. No ano seguinte, apenas um e, ao término do período crítico deste ano (em julho), o município teve sete casos confirmados - quatro importados e três autóctones. De acordo com o departamento de Vigilância Epidemiológica do município, a redução vertiginosa se deve principalmente a intensificação das ações de vistoria e prevenção casa-a-casa, palestras em escolas, de bloqueio - visitas realizadas às residências localizadas dentro do perímetro de nove quadras ao redor do quarteirão onde é detectado um caso suspeito - e de pulverização de veneno quando a doença se confirma. “Na época que eu entrei em 2006 as notificações eram feitas aos montes. O arrastão ajuda também, mas acredito que o mais importante é que nossos 12 agentes pegaram firme no trabalho de campo”, Geovana de Souza, da vigilância epidemiológica de Ituverava.

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