André Cintra Alves, um dos presos na "Operação Quilate" e que teve autorização da Justiça para ficar na cadeia do Jardim Guanabara, ainda não foi transferido do CDP (Centro de Detenção Provisória). Sua chegada estava programada para ontem, mas por questões burocráticas ele não foi removido. Os advogados que o defendem não quiseram se manifestar sobre a situação do comerciante. Eles aguardam o pedido de habeas corpus impetrado no STJ (Supremo Tribunal de Justiça).
Dono de uma revendedora de carros usados, Alves é acusado de estar envolvido no comércio ilegal de pedras preciosas. Ele e outros três francanos, Mozair Ferreira Molina, Isalto Donizete Pereira, Jorge Khabbaz, além do israelense Gadi Hoffman, foram presos numa operação da Polícia Federal no último dia 12 de agosto. Todos os acusados aguardam habeas corpus.
O processo que apura as denúncias corre em segredo de Justiça na 2ª Vara Federal em Franca. O único dos envolvidos que aguarda uma decisão judicial, preso na cadeia do Guanabara é o comerciante Mozair Ferreira Molina, que está recolhido em Franca desde a última quarta-feira.
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