O comerciante Mozair Ferreira Molina está numa cela normal da cadeia do Guanabara. Ele divide espaço com outros oito presos. Por não ter curso superior, Molina seguirá o ritual dos demais 220 detentos recolhidos na cidade. Café da manhã até as 8h30, almoço às 11 horas e jantar a partir das 18h30. Outro que também seguirá a mesma rotina é o comerciante André Cintra Alves.
O diretor do presídio, o delegado Eduardo Lopes Bonfim, disse ontem que a permanência dos envolvidos na comercialização ilegal de pedras preciosas não trará nenhuma situação especial à unidade.
"O dia-a-dia na cadeia não será alterado. Se cumpriram mais de 15 dias presos podem receber visitas. Os "jumbos" (alimentos e materiais de higiene pessoal entregues pelos familiares de presos) são recebidos às quintas-feiras. Não há determinação judicial para tratamento diferenciado dos demais presos", disse Bonfim.
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