Por que o jornal se acha no direito de saber e divulgar dados da Operação "Quilate"? O argumento de que a Justiça Federal está prendendo pessoas sem dar informações ao jornal significa que está fazendo isto à revelia (comparando este episódio à ditadura) é infundado, pois quem deve ter estas informações são os advogados dos acusados e suas famílias. E, diga-se de passagem, esses não se interessaram em falar com o jornal! Mais uma vez (o) jornal não se encontra no seu papel...
Carlos Lellis
Franca - SP
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Vocês falam isso por que a maioria deles é rica. Queria ver se fosse uma quadrilha de mendigos, catadores de lixo... Com certeza, vocês defenderiam que deveriam ser presos imediatamente, pois ofereceriam riscos à sociedade. Ridículas as afirmativas (do texto).
Pedro Guilherme
Franca - SP
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NOTA DA REDAÇÃO — Este Comércio reforça seu compromisso com a íntegra da Objetiva de capa, Silêncio Absurdo, publicada em 14 de agosto. "Mais do que o formalismo do ‘devido processo legal`, há o pressuposto de que prisões não ocorrem de forma sigilosa. É a garantia mínima que tem o cidadão de que seus direitos fundamentais entre os quais, a vida e a liberdade serão respeitados em todos os momentos, independente de quem esteja no comando do governo, qualquer que seja o juiz de um processo". A função primeira de um meio de comunicação é dizer a verdade. No caso, oferecer informações claras para que a sociedade possa compreender a ação da Polícia Federal na cidade, em 13 de agosto. Os nomes dos detidos, a acusação contra cada um deles, o que foi apreendido em suas casas, onde estavam sendo mantidos prisioneiros, eram informações mínimas, mas essenciais, sonegadas pelos agentes da Operação "Quilate". Se a comunidade regional soube dos detalhes, isso se deveu, exclusivamente, ao grande esforço de investigação dos profissionais do Comércio e Rádio Difusora. Este GCN jamais abrirá mão da verdade, cláusula que embasa seu compromisso inarredável com seus leitores e ouvintes.
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