“Que se danem os miseráveis”


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Muito oportuno o texto do colunista Edward de Souza, “Em nome de Deus!”, publicado neste Comércio (disponível para leitura em http://www.comerciodafranca. om.br/materia.php?id=46471). Coloca em foco o poderio de inúmeras seitas que proliferam em nosso País, agora, também, monopolizando canais de televisão aberta ou por assinatura. O desalentador é que tem um público cativo, que as mantém por conta da sua credulidade e reservando uma parcela significativa dos seus quase sempre parcos proventos, para tornarem-nas cada vez mais poderosas. Esta semana a mídia divulga denúncia de lavagem de dinheiro pela “Igreja Universal do Reino de Deus”. Nada contra as pessoas seguirem esta ou aquela religião, bem como nenhuma. O que me deixa inquieto é a má fé, em nome da fé, que possibilita poderio gigantesco a pessoas que visam única e exclusivamente o mercantilismo exacerbado, e a expansão de templos, inclusive em outros países. Ocupam cadeiras no Poder Legislativo, tendo como meta (conquistarem) mais benesses para o seus grupos “religiosos”, explorando a credulidade das pessoas, que buscam respostas nas religiões para explicarem o inexplicável e darem sentido às suas existências. João Paulo de Oliveira Franca - SP ***** A história sempre foi a mesma, repetida por milênios. A caridade sempre tem boa intenção. Começa com ou dois abnegados e termina com centenas em telemarketing, insistindo para que você faça alguma doação em dinheiro. O funcionalismo que gira em torno da caridade, precisa de muito dinheiro para a sua própria sobrevivência. E que se danem os miseráveis. Valentim Miron Franca - SP ***** O colunista Edward de Souza pode passear com o controle remoto pelas diversas estações de TV, mas sem deixar de defender o fumo e o alcoolismo. Em qualquer excursão (sic), devemos sempre ver o custo beneficio. O evangelismo está cheio de aproveitadores, mas tem dado frutos sem despesas para os contribuintes, bem ao contrário do alcoolismo, do tabagismo e de outras drogas. Basta ver na internet quantas pessoas morrem por dia devido ao alcoolismo ou ao tabagismo. Também podemos verificar em quanto fica a conta hospitalar desses viciados. E quem é que paga... Está claro que são os cidadãos contribuintes. Impostos que poderiam ser usados em coisas boas para os cidadãos, ficam só para cuidar das doenças dos bêbados, fumantes etc. Alguns canais de TV não têm programas evangélicos. Cuidam mesmo é do satanismo, com novelas que ensinam vícios, prostituição, violência, como espancar mulheres. Até encomendam músicas. Tem uma que diz: “você não vale nada, mas eu gosto de você...”, que várias mulheres adoram, porque é um um ideal que querem implantar, “não valer nada e ser amada”... O evangelismo tem oportunistas como em todas as áreas, mas pelo menos, não gera despesas hospitalares, destruição de famílias, e os efeitos das demais drogas, como prostituição e vícios na sociedade. Deus vê tudo. Em Filipenses 1:15 diz: “Mas que importa?”, contando que Cristo seja pregado de toda maneira, com pretexto ou verdade, porque faz bem à sociedade. Depois que veio Cristo, a casa do tesouro somos nós (hebreus 3:6 ), nós somos o santuário (I Co. 3:16,37), nós somos o templo (I Co. 6:19), nós somos pedras vivas (I Pedro 2:5). Então, o dízimo deveria voltar a ser alimento como sempre foi (Dt. 14:25) e não dinheiro. Júlia Andreoni Franca - SP

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