Apontados como líderes, comerciantes seguem presos


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Os outros cinco envolvidos na organização criminosa especializada no comércio ilegal de pedras preciosas continuam presos no CDP (Centro de Detenção Provisória) na região de Ribeirão Preto. São eles: Mozair Ferreira Molina, Isalto Donizete Pereira, André Cintra Alves e o israelense Gadi Hoffman. Jorge Khabbaz está preso em São Paulo. Todos aguardam a decisão da Justiça do pedido de habeas corpus impetrado no TRF (Tribunal Regional Federal). Segundo alguns dos advogados de defesa dos acusados consultados pelo Comércio, os recursos ainda não foram analisados e só deverão ter uma posição da Justiça na segunda-feira. Os francanos estariam, segundo a PF, vendendo pedras extraídas em Minas Gerais e lapidadas em Franca para compradores da América Central, Europa e Ásia. As investigações em torno do grupo começaram há cinco meses e teriam sido desenvolvidas basicamente por meio de escutas telefônicas. Na última quarta-feira foram cumpridos 31 mandados de busca e apreensão e dez de prisão preventiva em Franca, São José do Rio Preto, Frutal (MG), Uberlândia (MG) e São Paulo. As ordens foram expedidas pela 2ª Vara da Justiça Federal de Franca. No total, foram presas 12 pessoas. Franca foi palco da maioria delas: sete prisões. Uma delas, a de Danilo Cintra, ocorreu por posse ilegal de arma.

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