O NOVO CONSELHO


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Os 4 membros reconduzidos à composição do Conselho de Leitores do GCN (Camila Beghelli Schirato, Carlos Eduardo Gimenes de Matos, Luiz Eduardo “Duda” Marques Ferreira e Tatiane Cristina Venuto) fizeram as vezes de anfitriões, recebendo os 8 novatos titulares (Ana Paula Baldoíno, Anderson Marcelo Batista, Daniel David Machado, Fabrício Luís Pizzo, Janice de Oliveira Silva, Marcos André Haber, Maria Regina Franz di Maio e Plínio Cantieri Murta Vieira). “Estamos aqui para fazer o que GCN precisa que façamos. Então, vamos fazer”, dizia Carlos Eduardo. E LÁ FORAM ELES Corrêa Neves Júnior, diretor-executivo do GCN; Sônia Machiavelli, presidente do Conselho de Administração; Joelma Ospedal, editora-chefe do Comércio; Everton Lima, diretor artístico da Difusora e Luiz Neto, gestor de Relações Corporativas do grupo, receberam o Conselho na Sala Horizonte. Dúvidas sanadas – “realmente é a direção do grupo que ouve o que o Conselho tem a dizer?” – e mesa posta (água, refrigerantes, pão de queijo, quiches de ricota e de carne com bacon, lanchinhos naturais, croissants de frango e de escarola com ricota, tortas de tomates secos com escarola e ricota, lua-de-mel de leite condensado e maracujá e carolinas de limão, mini-pães de queijo de cheddar), fomos ao trabalho. CADERNO BRASIL “Quero cumprimentar o Comércio pela fórmula correta com que o Caderno Brasil é produzido. Eficiente e objetivo, me poupa o tempo de ler três ou quatro jornais por dia. Não mudaria nada na forma como tem sido feito”, destacou o conselheiro Marcos Haber. NA BOLSA A conselheira Janice acirra o debate: “qual a finalidade de contar o que alguém tem na bolsa?”. Carlos põe “mais lenha na fogueira”: “para que perguntar sobre as 5 últimas compras de alguém?”. Júnior: “O jornalista é um cara curioso, que gosta de contar sobre os outros”. Plínio: “discordo dos companheiros. O que você tem na bolsa é preferência nacional”. Janice: “eu não gosto. Para que saber?”. Sônia: “O que tem na bolsa mostra hábitos, revela detalhes de personalidade”. Júnior: “jornais também existem para coisas prosaicas, para momentos lúdicos; não só para o óbvio. Estas seções servem para equilibrar o espírito em relação às matérias sérias”. Duda: “estou de acordo. Alivia o stress. Acho válido”. REGISTREM AÍ “O Comércio devia ter divulgado melhor o show de Regis Danese, em Franca”, cobrou Tatiane. “A comunidade evangélica precisa de mais carinho”. Joelma: “não se trata de falta de carinho com os evangélicos ou com quaisquer outras comunidades. Embora tentemos não perder nada, às vezes acontece. A gente falha. E este é um caso. Sua cobrança nos torna mais atentos”. ESPORTES Afeitos ao esporte, os conselheiros “combinaram” uma blitz pela “abertura de novos canais de opinião e ampliação das coberturas”, para o Caderno de Esportes do Comércio. Júnior demonstrou estudo comparativo entre os principais jornais do interior e de capitais, este Comércio entre os que mais dedicam espaço e volume de noticiário ao tema. Também falou sobre a cobertura que as equipes de esportes do jornal e da Rádio Difusora oferecem a leitores, ouvintes e internautas, viajando o Brasil e o mundo atrás dos times de futebol e basquete, locais. Ainda assim, a “pedida” dos conselheiros foi anotada.

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