Advogados aguardam Justiça


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A Justiça ainda não apresentou decisão aos pedidos de habeas corpus impetrados no TRF (Tribunal Regional Federal) em favor dos comerciantes presos na "Operação Quilate". No início da noite de ontem, a reportagem do Comércio manteve contato com advogados de defesa dos acusados. Eles revelaram não ter resposta para as solicitações. Seus clientes continuam presos em CDPs. A defesa de André Alves, que ingressou com requerimento de liberdade provisória junto à Segunda Vara da Justiça Federal em Franca, informou que só iria se manifestar quando houver uma decisão favorável da Justiça. O advogado Luiz Roberto Barci, que defende o comerciante Mozair Molina, retornava de Ribeirão Preto. Barci revelou que ainda não obteve resposta do TRF. Ele pediu a soltura de seu cliente com base no direito de responder ao processo em liberdade. Os demais representantes dos acusados não foram encontrados. Apenas João Carlos Souza Freitas Júnior, advogado de Jorge e Rejane Khabbaz, declarou ter conseguido liberdade provisória para sua cliente. O cumprimento deverá ser hoje. Todas os envolvidos são acusados de integrar uma quadrilha especializada no comércio ilegal de pedras preciosas. Os comerciantes francanos estariam, segundo a PF, vendendo pedras extraídas em Minas Gerais e lapidadas em Franca, para compradores da América Central, Europa e Ásia. A operação cumpriu 31 mandados de busca e apreensão. Catorze em Franca. A PF apreendeu dinheiro, carros, diamantes, apetrechos para lapidação, documentos e computadores na operação.

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