Praça Barão tem um dia sem negociações


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A Praça Barão, local apontado como principal centro de negociações de pedras preciosas em Franca, teve um dia diferente ontem. Figuras importantes do comércio de diamantes não foram vistas. Apenas pequenos negociadores se limitaram a ficar sentados nos bancos ou nos cafés conversando sobre a prisão dos amigos. Segundo os próprios negociadores, as "pedras sumiram". O filho de um comerciante negociador de gemas foi procurado pelo Comércio. Ele passou a tarde nas proximidades do Edifício Esmeralda. O rapaz, assustado com a prisão dos comerciantes, não quis comentar o episódio e logo saiu do local. No Edifício Esmeralda, segundo os comerciantes vizinhos, o escritório de um dos envolvidos no esquema permaneceu fechado. Seu proprietário está desaparecido. Na manhã da última quarta-feira, a PF esteve no local para cumprir um dos mandados de prisão. Não encontrou o acusado. No estacionamento de veículos pertencente ao comerciante André Cintra Alves, um funcionário diz ter passado o dia sozinho e que apenas ele atendeu os clientes. Seus dois patrões estão presos. O irmão de André está na cadeia do Guanabara. Durante a operação, os federais encontraram um revólver e munições em seu escritório. Ele foi preso em flagrante por porte de arma.

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