Operação divide efetivo em ação organizada


| Tempo de leitura: 2 min
Ao mesmo tempo em que agentes da PF "ocuparam" a Praça Barão, no Centro, outra equipe com seis carros cercou uma casa no Condomínio Morada do Verde. A residência pertence a Isalto Donizete Pereira, um dos suspeitos de integrar a rede de comerciantes de diamantes. Os policiais chegaram às 6h30 e permaneceram no local até o meio-dia. Segundo testemunhas que acompanharam a ação e preferem não ser identificadas, os agentes passaram mais de cinco horas procurando por dinheiro e diamantes no interior da residência. E acharam. As pedras estavam escondidas em travesseiros e no encosto de um sofá. Os homens chegaram a bater em todos os azulejos dos banheiros com um martelinho para verificar se havia algum outro esconderijo nas paredes. Ao fim da manhã, já com dólares e reais, os policiais conduziram o comerciante à viatura que o levou a Ribeirão Preto. A operação contou ainda com mais dois times que se dividiram em diferentes frentes. Uma parte dos policiais surpreendeu o comerciante André Cintra Alves, em um estacionamento de sua propriedade na Avenida Doutor Hélio Palermo. A ação durou pelo menos duas horas. Enquanto isso, no Centro de Franca, outra equipe foi atrás de um israelense hospedado no Hotel Franca Inn. De acordo com testemunhas, os policiais chegaram já com nome e endereço certos. "Não houve confusão porque parecia que eles sabiam direitinho quem e onde procurar. Tudo foi feito com muita calma e discrição. O `gringo` está sempre por aqui e se hospeda no mesmo lugar", explicou uma atendente de uma loja próxima ao hotel. Com ele, foram apreendidas 90 pedras de diamante avaliadas em R$ 1 milhão. A identidade do israelense não foi revelada pelos policiais. Ainda na manhã de ontem, a Polícia Federal prendeu também uma mulher. Os policiais não passaram qualquer tipo de informação sobre sua identidade, local ou circunstância na qual foi efetuada a prisão.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários