Motivo do crime ainda é mantido em sigilo


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A polícia garante que até a próxima semana deve fechar o caso. Segundo o delegado Márcio Murari, importantes informações já foram levantadas pelos investigadores da Divisão de Homicídios. Murari não revelou a motivação do crime, mas informou que a vítima por ser uma pessoa que lutava jiu-jítsu era considerada de gênio forte e de difícil convivência. Ainda segundo a polícia, foram apuradas várias confusões em que Alexandre teria se envolvido. O delegado não revelou, mas o mandante poderia estar numa delas. “Não temos ainda a real motivação do crime. Só algumas suspeitas. O Alexandre era uma pessoa que se envolvia em algumas confusões. Nós fizemos uma investigação minuciosa de todos seus passos e suas confusões. Algumas foram descartadas e outras apuramos de uma maneira mais firme e consistente”, disse o delegado. Na época da morte de Alexandre, seus familiares e alguns amigos informaram que ele era uma pessoa pacata e sem inimigos aparentes. O comerciante foi morto na noite de 30 de dezembro. A mulher da vítima foi quem encontrou o corpo. Alexandre estava no sofá da sala da casa em que morava. A polícia encontrou marcas de sangue na calçada da residência e acredita que o primeiro tiro foi efetuado quando o comerciante saiu para atender um chamado no portão.

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