A procura por um canto onde morar em meio ao verde, aliando qualidade de vida e fácil acesso a serviços, deixou de ser uma preocupação para quem mora apenas nos maiores centros. Nas pequenas e médias cidades, um tipo especial de empreendimento imobiliário vem conquistando cada vez mais pessoas interessadas em construir ou investir em imóveis diferenciados.
Em Franca, o Villa São Vicente, um loteamento fechado de terrenos localizado a apenas 5 minutos do Centro (na Avenida São Vicente), deve suprir a falta que um empreendimento desse tipo faz. Com lançamento previsto para outubro, terá 125 mil metros quadrados de área total, sendo perto de 25 mil metros quadrados de espaço verde.
Segundo Sérgio Mazza, 33, da Mazza Imobiliária, serão 140 lotes com medidas variando de 400 a 550 metros quadrados. O preço estimado para cada lote está em torno dos R$ 100 mil para os menores e até R$ 150 mil para os de maior tamanho.
A Villa São Vicente será um condomínio totalmente fechado com residências de alto padrão, semelhantes às existentes em outras áreas nobres de Franca, “como o residencial Amazonas e o bairro São José”, disse o empresário.
O projeto prevê área totalmente murada, guaritas de segurança, conjunto de lazer com piscinas, quadras, parque infantil e pista de Cooper e total infra-estrutura que inclui asfalto, galerias e rede de esgoto.
Termômetro de como anda a procura pelo loteamento mais de dois meses antes de seu lançamento é o cadastro de interessados e o número de acessos no hot site do projeto, que teve perto de oito mil acessos.
Até agora, cem pessoas de toda a região e até de fora do País, que pretendem adquirir um terreno, construir uma casa e voltar à cidade, já manifestaram interesse na compra de um terreno.
Pelas características do loteamento, o valor das residências deve ficar entre R$ 250 mil e R$ 300 mil. Para garantir a qualidade de vida de quem for construir no local, algumas restrições devem ser impostas pela Construtora Pagano, de Ribeirão Preto, responsável pelo lançamento da Villa San Vicente.
“Se seguir o padrão de outros empreendimentos desse tipo, é provável que não sejam permitidas residências com mais de três andares, plurifamiliares, nem mesmo desmembramentos. Outras exigências como recuo padrão e metragem mínima de área construída devem ser feitas”, ponderou Sérgio Mazza. “É o suficiente para que uma casa passe a valer mais de R$ 500 mil após construída”.
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DEMANDA CRESCENTE
Para Mazza, a procura por condomínios fechados, mesmo em cidades de pequeno porte, tem sido grande, tanto pelo conforto que esse tipo de projeto oferece quanto pelo ponto mais significativo: a segurança.
Aliado a isso existe a valorização da área verde dentro do empreendimento. No caso da Villa São Vicente, o projeto urbanístico coube ao arquiteto Sílvio Contart, de Ribeirão Preto, profissional que assina plantas em várias cidades do Brasil.
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