"Fiquei estarrecido"


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Parabéns pela matéria! (leia em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=45592). O que mais me chamou a atenção, foi a `comprovação` que existe sim, em Franca, uma `indústria` de concursos municipais... Ora bolas, se existem cargos que necessitam de pessoas, e quem se candidata e passa em concurso não é aproveitado, o que pensar? Fiquei estarrecido em saber que o auxiliar de necrópsia que assumiu a única vaga existente no município, esta sendo `aproveitado` em outro setor... Enquanto isso, a prefeitura consegue arrecadar mais dinheiro com um novo concurso. Senhor Ananias (Sebastião Manoel, secretário de Finanças), com o senhor, a palavra, se é que existe! Carlos Ivan Franca - SP ***** Acho que depois do final de nossas vidas deveríamos merecer um pouco mais de dignidade e isso deveria ser estendido também a nossas famílias. Afinal, os políticos estão ai para nos auxiliar. O voto tem que valer para alguma coisa... Lúcia Fukunaga Franca - SP ***** O que existe, além de desrespeito ao povo, é o interesse corporativo, o interesse político e financeiro. Quando uma pessoa é atropelada à tarde, a polícia demora para aparecer para que, quando chegar, não restem testemunhas reais e sim, curiosos. Não prendem o carro para periciar, verificar se tinha freios; não usam bafômetro. Levam a vítima e entubam, tentando ressuscitá-la até que passe da meia noite, ou seja, se morre no dia seguinte, (não se registra) o acidente de trânsito e sim, morte hospitalar. Isso é o que se chama "maquiar estatística". Outra coisa terrível é o trabalhador precisar de um simples atestado médico e o serviço de saúde pública negar, alegando que quem faz perícia é o médico do INSS, o que não é verdade. Quem tem equipamentos de raio-X e laboratórios para exames, é a saúde pública. Na sala do perito do INSS só tem um computador, com um programa que só tem a memória da lei (o artigo que enquadra a pessoa como capacitada/incapacitada para o trabalho e vida independente). Basta que o médico olhe. Se a pessoa chega de maca, o "computador" conclui pelo afastamento, mas se chega caminhando, dá alta. Conforme parágrafo único do Art.112, do Código de Ética Médica, "o atestado médico é parte integrante do ato médico, sendo o seu fornecimento direito inquestionável do paciente, não importando em qualquer majoração de honorários". Atestar é afirmar ou provar em caráter oficial, mas ai entra o interesse financeiro: patrão é quem credencia! O INSS é o patrão; fornecer laudos, vai contra o patrão. Os médicos querem receber pela consulta para fornecer laudos, sem se interessarem em saber que a saúde pública já é pré-paga com nossos impostos. É claro que à Previdência só interessa receber a contribuição mas, para pagar, tenta de tudo para se esquivar. Afinal, como está no site Joseph Klimber, uma pessoa, mesmo morta, ainda pode ganhar algum como peso para papel... Marco Silva Franca - SP

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