A Time Square que não fica nos EUA


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Inesquecível - Larissa Miareli e seu marido, Eduardo Anjiolino, diante de alguns dos prédios de Hong Kong
Inesquecível - Larissa Miareli e seu marido, Eduardo Anjiolino, diante de alguns dos prédios de Hong Kong
Há pouco mais de dois anos, a francana Larissa Miareli Anjiolino, 26, e seu marido Eduardo Anjiolino, 27, experimentaram a sensação única de conhecer uma das regiões mais interessantes do mundo. Potência econômica do século 21, a China e seus territórios independentes foram os destinos escolhidos por nossos viajantes. Em março de 2007, Larissa viajou para participar de uma feira de componentes e couro na região administrativa independente de Hong Kong - com sistema econômico e moeda próprios - e não perdeu a oportunidade de visitar, durante 15 dias de estada, outras cidades como Kowloon, Chen Zhen, Xangai e Guangzhou (Cantão). O casal teve despesas, no total, de US$ 7 mil com passagens aéreas, alimentação e hospedagem. Segundo nossa entrevistada, apesar de a viagem ter sido a negócios, foi possível aproveitar as horas livres para conhecer alguns lugares em Hong Kong como a sempre lotada Temple Street e a vida noturna de Golden Mile, onde há famosas lojas de produtos eletrônicos, restaurantes e grandes shoppings como o Time Square e o parque aquático Ocean Park. Por tudo o que viu na metrópole tomada por arranha-céus enormes e com uma das economias menos restritivas do planeta, Larissa disse que a cidade que um dia foi colônia britânica pode ser considerada de primeiro mundo. No entanto ela faz uma observação negativa quanto à falta de cuidado com higiene nas ruas. “Os banheiros públicos são imundos, não tem como utilizá-los. A carne nos açougues e feiras livres fica exposta ao ar livre e o cheiro da cidade é péssimo em alguns lugares”, observa. [FOTO2] Fora isso, a viagem só teve bons momentos. A francana relembra a ida a um restaurante no Time Square, acompanhada de novos amigos portugueses, mexicanos, italianos e, claro, chineses. Lá, além de ter aprendido a fazer uma bebida típica - o campei (uma espécie de energético) - ela só pagou metade da conta, já que era seu aniversário. Afora os roteiros turísticos mais conhecidos, Larissa recomenda ir a lugares pouco explorados pelo turismo, em que é possível conferir os verdadeiros costumes e a tradição dos nativos. “Foi uma experiência maravilhosa e inesquecível”, conclui.

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