De acordo com superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Luís César Figueiredo, em Franca mais de 700 imóveis estão em fase de aprovação em menos de três meses de programa, uma média de 10 adesões por dia. “O programa é um sucesso, está apenas começando.
São mais de 700 unidades dentro da cidade ofertadas e em fase de finalização de financiamento”, afirma Figueiredo, garantindo que não vai faltar “nenhum centavo” para os próximos interessados em adquirir casas e apartamentos pelo “Minha Casa, Minha Vida”. Para ele, o que mais impressiona é a velocidade com que os empreendimentos estão sendo vendidos.
Um dos destaques é a Quinta do Café, cujas vendas estão praticamente esgotadas. “O programa influenciou bastante nas vendas. Porque uma entrada que seria em torno de 20% do valor do imóvel diminuiu. Facilitou muito para o cliente adquirir o imóvel”, afirma Gilmar Lucindo, gerente de vendas da Quinta do Café, considerado o primeiro bairro planejado de Franca.
Criado pelo governo federal, o programa “Minha Casa, Minha Vida” tem o objetivo de construir um milhão de casas em cidades com mais de cem mil habitantes. O valor do aporte concedido pela União depende do tamanho da população de cada município. Como Franca tem menos de 500 mil habitantes, o teto do financiamento é de R$ 80 mil para todos aqueles que ganham de três a dez salários mínimos. Quem adere ao programa pode parcelar em até 30 anos, pagando juros de 4,5% a 6% ao ano. O período de análise das propostas de cada comprador dura em média 45 dias. Interessados podem fazer simulação no site da CEF (www.caixa.gov.br).
Para quem ganha de 3 a 6 salários mínimos o governo concede um subsídio entre R$ 17 mil e R$ 2 mil na entrada do imóvel, além de permitir comprometimento de até 20% da renda e redução de 90% nos custos cartoriais para registro de imóveis.
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