Adriana Telini é condenada a 12 anos de cadeia


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<b>CONDENAÇÃO</b> - Presa desde o dia 20 de março, Adriana Telini levou outro duro golpe, quarta-feira, ao pegar 12 anos e oito meses de cadeia: o noivo dela, Luciano Gonçalves, teve pena ainda maior
<b>CONDENAÇÃO</b> - Presa desde o dia 20 de março, Adriana Telini levou outro duro golpe, quarta-feira, ao pegar 12 anos e oito meses de cadeia: o noivo dela, Luciano Gonçalves, teve pena ainda maior
A advogada Adriana Telini Pedro foi condenada a 12 anos e oito meses de reclusão. O regime inicial de cumprimento é o fechado em razão da pena imposta e da gravidade dos crimes cometidos. Ela foi considerada culpada pela Justiça de envolvimento em dois roubos e por formação de quadrilha. O noivo dela, Luciano dos Santos Gonçalves, pegou 18 anos de cadeia. A sentença é do juiz Wagner Carvalho Lima, da 2ª Vara Criminal da Comarca de Franca. Telini está presa desde o dia 20 de março. A condenação se refere ao caso do roubo cometido contra um casal de vendedores de joias. O crime aconteceu no dia 21 de janeiro do ano passado diante do escritório de Adriana Telini, na Rua Marechal Deodoro. A advogada e o noivo haviam ligado para as vítimas pedindo para ver os artigos em ouro. Não compraram nada. Ela encomendou um par de alianças no valor de R$ 1.360. Na saída do escritório, o casal foi surpreendido por dois assaltantes em uma moto. O homem tentou reagir e foi baleado no pé. Os criminosos fugiram levando as joias avaliadas em R$ 120 mil. Para a Polícia Civil e o Ministério Público, Adriana Telini foi a mentora intelectual do roubo. Em fevereiro de 2008, ela teve a prisão temporária decretada por dez dias. Dias depois, a Justiça expediu duas prisões preventivas contra ela pelo envolvimento no roubo e por associação ao tráfico de drogas, este último caso referente a outro processo. A esta altura, a advogada já havia fugido da cidade. Adriana Telini foi encontrada e presa no dia 20 de março deste ano. Estava escondida e vivendo com outra identidade em Sumaré, na região de Campinas. Desde então, permanece recolhida na penitenciária feminina de Santana em São Paulo. Anteontem, o juiz Wagner Carvalho assinou a sentença condenando-a. “A pena totalizou 12 anos e oito meses. A decisão foi lançada exatamente nos mesmos termos da nossa pretensão, daquilo que a acusação pretendia. Ainda que se demore, sempre acreditamos que haverá promoção da Justiça”, disse o promotor do caso, Cláudio Watanabe Escavassini. <b>Ouça o promotor Cláudio Watanabe Escavassini:</b> <embed src="http://media.entertonement.com/embed/PlayerText.swf" id="1_f508dc32_624c_11de_8a62_0015c5f4d265" name="PlayerText" flashvars="auto_play=0&id=1_f508dc32_624c_11de_8a62_0015c5f4d265&meta_url=http%3A%2F%2Fwww.entertonement.com%2Fclips%2Fkjpctlgsxb.query%3Fimage_size%3Dflash" width="304" height="30" style="float: left; margin-right: 10px;" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" quality="high" bgcolor="#ffffff" wmode="transparent" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" allowFullScreen="false"></embed><a target="_blank" href="http://www.entertonement.com/clips/kjpctlgsxb--18591"><img alt="Blank" border="0" height="0" src="http://www.entertonement.com/widgets/img/clip/kjpctlgsxb/1/1_f508dc32_624c_11de_8a62_0015c5f4d265/blank.gif" style="visibility: hidden; width: 0px; height: 0px; margin:0; padding:0; float:right" width="0" /></a> <i>*Se não conseguir ouvir o áudio, clique <a target="_blank" href=" http://www.entertonement.com/clips/kjpctlgsxb--18591"><u>aqui</u></i></a>. A Polícia Civil havia denunciado Adriana Telini por tentativa de latrocínio, pois uma vítima foi baleada, mas ela escapou desta acusação. Por outro lado, foi condenada por dois roubos. “Na noite anterior ao assalto ocorrido diante do escritório da advogada, uma moto foi roubada de outra vítima na cidade para ser usada no roubo das joias. Tendo em vista que as duas ocorrências tinham relação, tanto ela quanto o Luciano foram responsabilizados por estes dois crimes”, explicou Cláudio Escavassini. A reportagem ligou ontem à noite para o advogado de Telini, Rui Engrácia Garcia, mas ele não foi encontrado para comentar a decisão. A defesa poderá recorrer.

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