Não pude concordar com as razões que levaram o Sr. Prefeito municipal a não conceder ponto facultativo ao servidores municipais na sexta-feira pós-Corpus Christi. Pelo que entendo de ponto facultativo, isso faculta ao servidor trabalhar ou não. Se ele não comparece é um ato soberano de livre e espontânea vontade. Agora, condicionar um ponto facultativo à compensação de horas, isso foge ao meu entendimento. É como dar com uma mão e tirar com a outra. Às vezes, o servidor não cumpre essa `compensação de horas` por compromissos assumidos anteriormente ou outras razões. Assim, eu, caso fosse servidor, preferiria ir trabalhar do que ter que pagar essas horas depois. Resumindo: foi retaliação.
Márcio Nascimento
Franca - SP
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Não sou eleitor de Sidnei, tanto que nunca votei nele por questão ideológica diferente da do partido ao qual pertence, mas a atitude que tomou é mais uma pelas quais o admiro e parabenizo. Podem ser medidas impopulares, mas são válidas.
Paulo César Barbosa de Souza
Franca - SP
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É claro que quem sempre paga o `pato` é o servidor braçal, o que quer dizer "a maioria". As chefias só voltam na segunda. Têm sempre dias a compensar. O que eu gostaria mesmo de ver é "todos" os decretos do Sr. Prefeito.
Walter Mussati Filho
Franca - SP
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Esse tal banco de horas é um profundo desrespeito ao trabalhador. Horas extras trabalhadas deveriam ser remuneradas, não compensadas, mas os acordos firmados entre as partes determinam a compensação. Não vejo como punição a determinação de se trabalhar, para quem não quer compensar, já que tem escolha e isso é um privilégio de poucos. Vejo até como autopunição abrir mão desse privilégio que é o desejo de outras categorias que não podem esticar o feriado, os bancários a exemplo.
Rosa Santa Batista
Conselheira deste jornal -Franca - SP
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