A vendedora ESC, 32, contou os momentos de terror que viveu ontem. Segundo ela, os bandidos foram violentos, bateram em sua cabeça com o cabo do revólver e ainda lhe deram socos no nariz. Com hematomas, no rosto, suja de terra e chorando muito, a mulher contou os momentos de pavor que viveu ontem.
Comércio da Franca - Como você foi rendida?
Vendedora - Estava saindo de uma loja perto da Ciretran, quando um cara (sic) chegou e encostou a arma nas minhas costas. Ele mandou eu calar a boca e entrar rápido no carro.
Comércio - É verdade que apanhou dentro do veículo?
Vendedora - Ele me mandou ficar abaixada entre os bancos. Enquanto dirigia ia me batendo na cabeça, mandando eu não levantar.
Comércio - Ele falava algo?
Vendedora - Só mandava eu não chorar. Foi terrível. Fiquei rodando com ele por um tempão.
Comércio - Como foi lá no meio do canavial?
Vendedora - Tinha outro bandido lá. Eles me puxaram para fora do carro. O homem estava com um capuz e usava uma luva. Ele me bateu na cabeça e deu socos no meu rosto. Falou que aquilo era só o começo, pois caso eu gritasse as coisas iriam piorar.
Comércio - Pensou que ia morrer?
Vendedora - Ele me jogou no meio das canas. Nessa hora achei que iria morrer. Disse que se eu chamasse a polícia iria me matar.
Comércio - Assim que foram embora o que você fez?
Vendedora - Saí correndo. Não sabia direito onde estava. Fui para a rodovia pedir socorro. Teve uma hora que passaram dois carros por mim, mas ninguém quis parar.
Comércio - Quem te ajudou?
Vendedora - As moças do motel. Corri para lá e contei para elas o que tinha acontecido. Elas ligaram para a polícia. Foi terrível. Uma cena que nunca mais vou esquecer.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.