O grande número de pessoas que participaram da barbárie e a amizade entre elas trará dificuldades para a polícia de Orlândia. Para o delegado Luís Carlos Silveira, será muito difícil descobrir a autoria do homicídio. Isto porque os acampados se recusam a acusar uns aos outros.
"Ninguém fez nada; ninguém viu nada. Mas sabemos que foi gente de lá mesmo. Agora precisamos saber quem foi, o que vai ser complicado porque são todos amigos ali", disse.
O trabalho começou na noite do crime. "Ouvimos algumas testemunhas, mas o lugar é muito escuro e não é possível dizer nem quantas pessoas participaram da ação", disse o delegado.
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