A Rádio Difusora AM, que integra o Grupo Corrêa Neves de Comunicação, viveu um dia diferente ontem. Os estúdios ganharam decoração com bexigas e visita de autoridades e ouvintes desde as primeiras horas da manhã. A emissora comemorou 47 anos. A programação especial durou 19 horas ininterruptas. Além de aproveitarem a festa que teve direito a bolos, salgadinhos e refrigerantes, os convidados puderam conhecer os bastidores da Difusora e ajudaram a comandar os programas, com participações ao vivo. Vários brindes foram sorteados entre os participantes.
No programa Balakubacu, veiculado às 5 horas, Antônio Carlos Lima, presidente do Conseg (Conselho de Segurança) da Zona Norte da cidade, deu a largada para as participações especiais. Objetivo, “Bolachinha”, como é conhecido, não escondeu suas sugestões. “Quer ajudar a polícia? Cuide de seu filho”, disse.
Às 6 horas o prefeito Sidnei Rocha (PSDB) cruzou a redação do Grupo Corrêa Neves de Comunicação para saudar a diretoria e funcionários da Difusora e participar do Jornal da Manhã. Sidnei expôs o apreço que tem pela empresa aniversariante. “Sempre acordo cedo, mas hoje ainda mais. Claro por uma boa causa. Eu tenho um carinho especial pela Difusora”, disse.
Dentre os assuntos colocados em pauta, o tucano falou da polêmica gerada durante esta semana em Franca por causa da suspensão da procissão de Corpus Christi que, para ele, foi uma atitude precipitada dos religiosos. “A Igreja Católica tomou uma posição que não foi de diálogo. Se reuniram e decidiram suspender a procissão. Foi uma afoiteza e acho que se precipitaram. O alvará estava lá na Prefeitura e eles que não foram buscar”.
O diretor-executivo do GCN, Corrêa Neves Júnior, também participou do programa jornalístico ao lado do prefeito. O jornalista comentou a notícia sobre a retração da economia vivida no mundo. “A ‘marolinha’ tem derrubado muita gente, mas tem pessoas que não acreditam em crise. A recessão chegou e é clara”, disse, referindo-se à polêmica declaração do presidente Lula que tentou minimizar a crise financeira internacional.
Durante todo o dia, os locutores puderam dividir a bancada e microfones com vários ouvintes para participações ao vivo. Muitas pessoas, que só conheciam o radialista Valdes Rodrigues por sua voz grave, puderam conversar com ele pessoalmente. Valdes aprovou a iniciativa. “É diferente”, disse ele.
Com apoio dos anunciantes, a Difusora sorteou vários brindes. Os ouvintes ganharam aparelhos de jantar, batedeira, liquidificador, joias e bombons.
À tarde, a cada instante, um novo convidado esteve nos estúdios da Difusora. No Rádio Cidade, Everton Lima dividiu o microfone com Joelma Ospedal, editora-chefe do Comércio da Franca. “É tudo muito diferente do jornal. É emocionante ver os olhares dos ouvintes admirando seus locutores pela primeira vez. Impressionante”, disse Joelma.
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No Fino do Sertão, o estúdio 1 da Difusora ficou lotado de ouvintes que comandaram o programa ao lado de Élcio Fernandes. A agitação foi até a meia-noite. Só terminou depois que Marieta Wenceslau, em seu Conversa de Bar, rodou a Redação integrada do GCN entrevistando os profissionais que produzem o jornalismo do grupo.
À noite, a extrovertida Cintia Flávia estava com bolha no dedo de tanto atender telefone. “Recebemos mais de cem ligações de ouvintes nos parabenizando e para participarem dos programas e sorteios de brindes. Foi um dia corrido, mas muito emocionante”, disse a radialista.
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