A singela e tocante arte de Cândido Portinari


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Visita obrigatória  - Fachada da Igreja de Santo Antônio, cons-truída em 1905 e que faz parte de roteiro de visitação
Visita obrigatória - Fachada da Igreja de Santo Antônio, cons-truída em 1905 e que faz parte de roteiro de visitação
Quem passa por Brodowski (60 quilômetros de Franca e 340 de São Paulo) deveria prestar mais atenção nas placas de cor marrom, dispostas pelo acostamento da estrada tão logo seu nome começa a aparecer. Elas anunciam um precioso tesouro, escondido nesse lugar de pouco mais de 19 mil habitantes, onde nasceu e viveu um dos maiores pintores brasileiros, que empresta o nome à rodovia que corta a cidade ao meio. Cândido Portinari, além da pintura, deixou explícitas sua paixão pela poesia, amigos, política, pela neta e pela pequena Brodowski, de onde nunca se separou. Quase 50 anos após sua morte, um pouco de curiosidade já é suficiente para começar a entender a dimensão da obra deixada pelo artista. No Museu “Casa de Portinari”, o visitante não irá se deparar com grandes instalações ou o ambiente requintado comumente encontrado nesse tipo de lugar. Transformada em museu em 1970, a residência da família do pintor guarda nos móveis, utensílios, objetos pessoais e nas paredes todo o passado de Portinari em Brodowski. [FOTO2] Portinari morreu em 1962 vítima de sua própria arte. Teria sido a contaminação por chumbo, elemento presente na fórmula de suas tintas, a responsável por sua morte. Confira mais sobre a obra deste grande pintor no site.

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