Vivo/Franca precisa vencer para empatar série do NBB


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<b>PREPARAÇÃO FORTE</b> - Observado pelo auxiliar Paulão, Helinho efetua passe diante de Zezinho e Gorauskas, em treino realizado na última semana na Universidade de Franca: Vivo/Franca tenta empatar playoff contra
<b>PREPARAÇÃO FORTE</b> - Observado pelo auxiliar Paulão, Helinho efetua passe diante de Zezinho e Gorauskas, em treino realizado na última semana na Universidade de Franca: Vivo/Franca tenta empatar playoff contra
O Vivo/Franca está em desvantagem na série melhor de cinco jogos das quartas de final do NBB 2009. Brasília vence por 2 a 1. Só que a quarta partida acontecerá hoje, às 20 horas, no Poliesportivo. É a chance do time local empatar a série. Caso perca, estará eliminado do torneio e o adversário passará à semifinal do Novo Basquete Brasil onde terá pela frente o Minas Tênis, que tirou Bauru (3 a 0). Deixar essa disputa em igualdade e decidir a vaga em um quinto confronto tem tudo para acontecer. Os motivos dessa afirmação é que o time tem respirado o ar de superação nas últimas semanas e tem um tabu a seu favor. Desde 2006 o clube não cai em uma quarta de final. E mais, chegou às finais em todos os campeonatos disputados. Vivo/Franca e Brasília fazem a série mais apertada das quartas de final do Novo Basquete Brasil. Ninguém conseguiu uma vitória por mais de dez pontos até agora, o que já aconteceu nos outros confrontos dos playoffs. A explicação para esses jogos parelhos é que tanto a equipe francana quanto a candanga fazem parte do seleto grupo de clubes mais eficientes da competição. No ranking do NBB, o time francano figura duas vezes no quesito, enquanto a equipe adversária aparece em vantagem, em quatro momentos. A eficiência é medida a partir dos pontos, rebotes, bloqueios, roubadas de bola e assistências conquistados, descontado os arremessos errados e os erros. A busca da perfeição nesse conjunto de fundamentos será perseguida à exaustão na quadra do Poliesportivo hoje à noite. Os dois times chegaram de viagem do Distrito Federal ontem e nenhum dos treinadores quis dar descanso total a seus jogadores. O Brasília chegou por volta das 13 horas em Franca e utilizou a quadra do Póli por uma hora, entre 17 e 18 horas. O técnico Lula Ferreira ensaiou algumas jogadas, pediu sequência de arremessos e ensaiou um pequeno rachão. Durante o recreativo, o ala Diego sentiu dores na panturrilha e precisou sair da quadra para ser atendido. O elenco do Franca Basquete desembarcou do ônibus que buscou os jogadores no aeroporto de Ribeirão Preto por volta das 16 horas e às 19 horas todos foram ao ginásio para o chamado treino de "desintoxicação". O ala Márcio Dornelles, lesionado no segundo jogo realizado em Brasília, não pôde sequer bater bola. O departamento médico constatou um estiramento na panturrilha esquerda de grau 1 e o período de recuperação deve ser entre 10 e 15 dias. Deivisson reclamou de dores musculares na terceira partida, anteontem, mas está recuperado. "O time está bem junto e essa união é que fará a diferença nessa série", prometeu Felipe, para explicar como superar o desfalque do colega Márcio.

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