Digo ao leitor Glauco Chaves que respeito profundamente o seu direito de opinar e de discordar (leia a carta do leitor referenciado em http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=43195&materia= "Eu%20sei%20do% 20que%20 estou%20falando") contra-argumento. O senhor deveria ler, no mesmo dia em que expressamos nossos pontos de vistas, a opinião da leitora Ana Andrade, de Pedregulho (disponível para leitura no mesmo link anterior). Ela, que já passou por problema semelhante, que já sentiu na pele o que é ter um filho com algum tipo de problema, diz tudo. Não preciso acrescentar mais nada. Será que a Polícia resolveria a questão para a filha da Sra. Ana Andrade quanto ao problema de saúde apresentado? Quanto a acionar o Conselho Tutelar, realmente acho que as escolas não podem depender do órgão para resolver seus problemas. Não é função do Conselho resolver nada para escolas e sim, tentar agir quanto a problemas por que passam alguns dos alunos ou eventualmente seus pais. No mais, lhe informo que já fui Conselheiro Tutelar do município de Franca entre 2001 e 2004. Posso lhe afirmar que naquele período, fomos várias e várias vezes acionados por incontáveis escolas, inclusive para palestras. Solicitar o Conselho não significa exigir a presença imediata de um de seus membros. Franca conta com apenas um Conselho, integrado por cinco conselheiros. A Polícia, em que pese ter um número muito maior de membros, não consegue também atender a todos os casos em que é solicitada. Talvez até, por ter que atender casos como esse de uma menina de apenas 10 anos.
Éder Silveira Brazão
Franca- SP
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