Cuidado com doenças


| Tempo de leitura: 1 min
Está em matéria deste Comércio: “Um verdadeiro aparato do poder público foi mobilizado (...) para efetuar a remoção de cem cachorros abrigados numa chácara no bairro rural Paiolzinho. Só da Vigilância Sanitária Municipal foram convocados 12 profissionais, além de homens das Polícias Ambiental e Militar, da Guarda Municipal e do Poder Judiciário”. Deveriam fazer o mesmo para fazer cumprir a lei de castração na cidade. Se toda esta força-tarefa fosse concentrada em castrar os cães de rua o problema já teria sido resolvido. Os homens da Prefeitura preferem ir à justiça para conseguir liminar que permita sacrificar cães do que soltá-los nas ruas depois de castrados. Preocupam-se com a lei de abandono de animais, mas já que querem derrubar lei que proíbe sacrifício, que o façam para castrar e soltar. Na situação em que se encontra Franca não há mesmo lugar para tantos cães, mas garanto que nas ruas, castrados, sem procriarem, viveriam melhor que presos em chácaras ou no canil municipal. Ao meu ver, transferirem os animais para o canil foi uma troca tipo seis por meia dúzia. Enquanto as autoridades não resolveram atacar o problema de frente, a população animal só aumentará. Aí, teremos que começar a rezar para que a cidade não tenha surtos de doenças como a raiva e outra, muito pior, que é a leishmaniose, que pode ser transmitida do cão para o homem através de mosquito... Adoniran ‘Dino’ Thomaz Franca - SP

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários