Contador tranca namorada e a obriga a fumar crack


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<b>INVESTIGAÇÃO</b> - A delegada de Defesa da Mulher, Graciela Ambrósio, abriu inquérito policial para investigar contador de acusação de cárcere privado
<b>INVESTIGAÇÃO</b> - A delegada de Defesa da Mulher, Graciela Ambrósio, abriu inquérito policial para investigar contador de acusação de cárcere privado
A DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) abriu inquérito para apurar acusações contra um contador de 34 anos, morador no Parque Universitário. Ele teria mantido a ex-namorada, uma desempregada de 23 anos, residente no Jardim Vera Cruz, em cárcere privado durante 11 horas. Além disto, teria agredido e obrigado a vítima a fumar crack. A polícia apurou que no domingo o contador procurou a jovem sob alegação de que desejava conversar, a levou para seu apartamento por volta das 19 horas e não permitiu que ela saísse. Ele a teria agredido com socos e chutes e tentado enforcá-la com as próprias mãos. A jovem ainda teria sido obrigada a fumar crack. Preocupada com o desaparecimento da jovem, a família começou as buscas no fim da noite de domingo. Na madrugada de ontem, um representante comercial de 49 anos, amigo do pai da jovem, conseguiu o número do celular do contador. O acusado teria dito que a ex-namorada estava morta. Policiais militares foram acionados e localizaram o apartamento do contador. Após meia hora de negociações, o contador abriu a porta. Cinco pedras de crack foram encontradas no banheiro da moradia. A jovem foi encontrada abatida e com hematomas e escoriações por todo o corpo. O caso foi registrado no Plantão Policial e enviado à DDM. "Tomei conhecimento (da ocorrência) e vou intimar a vítima para tentar esclarecer as acusações", disse a delegada Graciela David Ambrósio, que instaurou o inquérito. O próximo passo, segundo ela, será ouvir o contador e possíveis testemunhas.

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